Os coreógrafos e diretores de shows, Ashley Evans e Antony Ginandjar deram uma entrevista para o Oregon Live nesta quarta-feira (31), e elogiaram Katy Perry no assunto negócios, enquanto falavam sobre a extravagância da turnê. Segundo a reportagem, a cantora é tão grandiosa, que não precisa se curvar para visualizar seus fãs em cada show, pois tem pessoas suficientes para isso.

Os shows de Katy são mais conhecidos como revista musical a um típico show de 25 músicas. Durante a teleconferência, foi explicado que Evans estava em Los Angeles, enquanto Ginandjar estava em Londres, trabalhando em outro show, o que é uma maneira de reunir-se para discutir a turnê de Katy.

Perdi as contas de onde estamos no momento. Eu acho que estamos em algum lugar na faixa de 25 caminhões.

Ainda, Evans e Ginandjar explicaram que ao pensar na Witness: The Tour, a primeira palavra é: grande.

“Se alguma vez houve um artista para quem cabia a frase ‘ir grande ou ir para casa’, seria Katy, que supervisiona e aprova todos os aspectos do show.”

Nisto, inclui adereços gigantes, como aparelhos telefônicos, que são tão grandes como a cantora, ou uma bola de basquete e um quadro que a façam parecer minúscula durante a brincadeira.

“Nós fazemos um brainstorming e desenvolvemos o show juntos, quando se trata de coreografia, faço a encenação e Antony assum e a liderança nas etapas reais de dança.”

Ponto positivo para Katy Perry:

“O que é realmente ótimo sobre Katy, é que ela é realmente receptiva a ouvir e estar aberta a ideias. Nem uma vez sentimos que não ouvia nossos pensamentos e nossas opiniões.”

Em relação as danças, isso ajuda a habilidade da artistas nos pés, assim como é por trás de um microfone ou com uma caneta de compositora.

“Ela definitivamente é uma dançarina natural. Tem seu próprio groove, e adora ser iniciada na coreografia a seu modo. Não sei como ela canta… eu fui ao show em Los Angeles, e ela ainda parecia incrível. As pessoas não percebem o quão incrívelmente é difícil.”

O diretor ainda afirmou que a artista faz tudo ao vivo, e quando alguém assiste ao show, está realmenete obtendo tudo dela.

Segundo ele, Katy escreveu o álbum chamado Witness, e até mesmo a arte teve uma sensação de retrocesso dos anos 80.

“Isso era algo que ela queria criar – este mundo futurista dos anos 80, e isso começa com o design do palco.”

Ginandjar concluiu dizendo que Katy está 100% em tudo, pois é ela quem escreve a lista definida e aprova todas as fantasias e desenhos, e para o crédito da cantora, todos os homens afirmaram que ela é capaz de executar sem ser tirana, e em seus 33 anos, está nesta indústria há mais de dois terços de sua vida.

A Witness: The Tour passa pelo Brasil em Março deste ano, nas cidades de: Porto Alegre (14), na Arena Grêmio; São Paulo (17), no Allianz Parque e Rio de Janeiro (18), no Parque Olímpico.


Não deixem de acompanhar nossas redes sociais, Twitter, Facebook e Instagram para futuras informações.