Em abril, a Witness: The Tour chegará na cidade de Banguecoque, na Tailândia. A rádio tailandesa Eazy FM divulgou uma entrevista feita com Katy Perry por telefone, em que a cantora compartilha detalhes das mudanças dos shows que acontecerão nas próximas legs da turnê, que passará por 5 continentes.

Confira a entrevista traduzida abaixo:

E: Quais são suas principais memórias da última vez que veio para Banguecoque para fazer um show?

KP: Eu sempre gosto de me aprofundar na cultura de onde estou e experimentar comidas e outras coisas locais. Eu amo Banguecoque e essa região então realmente queria trazê-los minha tour de novo pois lembro-me que da última vez fiquei encantada com a música e dança que foi apresentada pra mim e a minha equipe… era muito bonito, exuberante e meio tropical de certa forma… então nós amamos isso. As pessoas também são extraordinárias e animadas.

E: Qual é a sua música favorita do álbum Witness? Quais músicas você sente mais próximas de você?

KP: Desse álbum particularmente eu diria que tem algumas músicas de que eu realmente amo, e eu tento performar na turnê também, algumas eu ainda não cantei, mas espero que seja integrada na turnê. Eu diria que algumas das minhas músicas favoritas são definitivamente Chained to The Rhythm, eu amo Hey Hey Hey, Power, gosto de Into Me You See, eu gosto muito de Save as Draft, e, essas são algumas das minhas favoritas.

E: Então, musicalmente, o que você fez no Witness que você nunca havia feito? Qual foi o maior progresso, melhoramento, mudança que você viu em você mesma nesse álbum?

KP: Eu realmente experimentei nesse último álbum, e eu fiquei muito feliz em fazer isso, eu definitivamente dei uns bons passos e giros para um crescimento musical. Pude trabalhar com algumas das minhas pessoas favoritas, de diferentes bandas, como Purity Ring e Rationale, Hayden James e Duke Dumont, incríveis DJs, também trabalhei com pessoas que eu admiro e respeito, Jack Garratt, que é um artista incrível. Eu acho que houve uma maior maturidade, um lado mais eletrônico e dançante em algumas partes, e eu amo isso, talvez um lado mais europeu. Mas eu estou realmente tentando dizer a minha verdade e ser autêntica e ajudar pessoas a se conectarem umas com as outras.

E: O que você vê como o trend pop mais influente dos últimos anos?

KP: Eu acredito que agora a música é bem orientada pelo Hip Hop, e eu acho isso incrível, é um gênero que fala a verdade, um estilo de vida que algumas vezes é muito necessário, quando as coisas começam a ficar difíceis no mundo, e é algo de que eu gosto. Então estou feliz com o jeito que as coisas estão, e eu acredito que a música pop no geral significa música popular, e músicas que se conectam às pessoas e músicas que fazem as pessoas moverem-se de uma maneira boa e divertida vão sempre alcançar o topo, então qualquer coisa que tenha uma vibe e uma mensagem vai fazer sucesso, não importa o gênero, e autenticidade pra mim é muito importante.

E: Qual é o seu artista favorito no momento, e porque você gosta dele/dela?

KP: Eu gosto de inúmeras pessoas, mas eu estou apaixonada pelas contribuições de Troye Sivan, acho que ele está se destacando bastante. Eu gosto da Dua Lipa, ela está no caminho de se tornar uma estrela, mas eu sou uma fã de música no geral, eu gosto de ir em shows, eu geralmente vou em festivais, eu amo novas músicas, artistas e interpretações. Também amo alguns dos grandes artistas, tenho muitos heróis, pessoas a quem me espelho e ícones, como Madonna, Björk e Fiona Apple.

E: O que você espera dos seus fãs de Banguecoque?

KP: Da última vez que os visitei, eles foram extremamente participativos. Eu gosto de quando pessoas curtem o show, quando elas usam fantasias, cantam comigo… eu amo sentir e ouvi-las. Então espero ver os meus fãs de Banguecoque do jeito que eles são, que é a razão pela qual continuo voltando para vê-los, para sentir essa energia deles.

E: Então falando sobre o último show, qual foi a memória mais marcante?

KP: Eu diria que seria esse sentimento geral que eu sentia, os fãs de Banguecoque me esperam por muito tempo para que eu venha com o meu show, e quando eu finalmente chego, é como uma sensação de alívio e diversão. Eles são sempre sujeitos a essa sensação assim como outros países. Por exemplo, shows no Brasil são loucamente intensos, e sinto que em Bangkok há muito dessa sensação também. Enfim, eu gosto como intensos e apaixonados meus fãs de Banguecoque são.

E: Você diz que a era Witness é você mostrando sua versão mais autêntica. Que parte desse álbum e desse show você sente que mostra ao público seu verdadeiro eu?”

KP: Eu acho que cada era tem sido autêntica do seu próprio jeito.. E sempre inspirador e cheio de vida. Eu acho que depois de dez anos contribuindo com a música e estando nos holofotes eu pude me educar, ser capaz de aprender muito, crescer muito. Eu não diria necessariamente que eu faria as coisas que costumava fazer dez anos atrás mas acredito que isso aconteça com todo mundo. Você muda muito dos 20 aos 30, então claro, aconteceu comigo. Mas eu sou muito orgulhosa de tudo que fiz, todos os personagens que criei. Eu gosto de poder criar versões mais exageradas de mim as vezes e ntão mostrar as pessoas a autenticidade e a honestidade também.

E: Qual música você escolheria pra cantar nos shows achando que seus fãs se identificariam e por quê?”

KP: Eu espero poder cantar uma que eu não cantei ainda, que é Pendulum e estou muito ansiosa pra cantar Power ou Chained To The Rhythm. Power é uma música sobre viver seu poder e declarar seu poder, você sabe. Controlar de alguns jeitos o seu próprio destino, retomar o seu poder de qualquer situação que você tenha dado. As vezes nós pensamos que somos prisioneiros. Pessoas, situações ou trabalhos. Nós esquecemos que temos nossas próprias escolhas.

E: Então nós podemos esperar que seu show seja repleto de surpresas.. Nugget será parte do show? Os fãs de Banguecoque a amam!

KP: Ahhh, Nugget! Eu não sei se serei capaz de levar ela a Banguecoque porque é muito longe, mas talvez eu grave ela e coloque no show para que todos possam ver.

E: Sabemos que você está consciente sobre a negatividade que pessoas a direcionam nas redes sociais. Como você lida com essa situação?

KP: Eu costumava a me chatear muito com isso, me machucava muito. Acho que as redes sociais não são um lugar em que me sinto segura para me comunicar com as pessoas. Eu me sinto muito bem durante a tour enquanto posso me conectar com meus fãs pessoalmente, ouví-los e saber das suas histórias. Mas acho que as redes sociais se tornaram um lugar muito poluído e negativo. Hoje, quando vejo algo negativo sobre mim, só penso que essa pessoa não é feliz com si mesma. Sempre quando vemos uma pessoa má, que pratica bullying, sempre é possível concluir que na realidade eles estão apenas magoados com eles mesmos. Então me sinto mal por essas pessoas, queria que fosse possível eu ajudá-las, mas na realidade elas que precisam se ajudar.

Katy termina a entrevista dizendo que está muito animada para finalmente rever os fãs tailandeses que a aguardam, para que eles possam ensinar novas palavras e expressões para ela. O show acontecerá no dia 10 de abril.


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